ALIMENTAÇÃO INTUITIVA: 2 – Honrar a fome

No seguimento dos 10 princípios da alimentação intuitiva, hoje, falo-te sobre o segundo – Honrar a fome.

Para honrar a fome, é preciso perceber os sinais de fome. Certamente poderás ter consciência de alguns deles, no entanto, estes sinais fisiológicos podem ser observados de várias formas: perda de energia, desatenção, dor de cabeça, “ronco na barriga”, etc.

Diz-se que ter uma rotina, ou seja, horários comuns ajudam a perceber esses mesmos sinais. No entanto, os metabolismos não são comparáveis e de nada adianta estabeleceres horários para comeres quando, na altura, não sentes fome. Fundamental é entenderes, cada vez melhor, o teu corpo e de que forma ele reage a certas situações e ao teu estilo de vida em particular.

No entanto, há uma ferramenta chamada Escala da Fome e Saciedade que ajuda na perceção do nível de fome em determinado momento. 

Com base nesta ferramenta, é importante evitar chegar-se ao ponto máximo de fome – famintos – os sinais físicos neste momento estão tão intensos que haverá dificuldade em se identificar o que se quer comer e/ou quando se está saciado.

Todos somos diferentes, logo não há horários padronizados. Há que ter mente e coração aberto, sem julgamentos. Aceitar que os sinais do corpo não são sempre iguais. (mais cansaço, desequilíbrios emocionais, estar doente…) tantos aspetos que influenciam o nosso apetite. 

Importante mesmo é que, para além desses momentos, a refeição seja realizada com atenção plena. 

É essencial uma preparação para se honrar a fome. Não adianta ter fome e não ter como supri-la, ou seja, o acesso à comida tem que ser possível. Nestes casos, os snacks são sem dúvida o auxilio perfeito. É importante que deixes na mala, no escritório, no carro (nos locais onde passas mais tempo), snakcs para os dias que não tens disponível outra solução. 


Paralelamente, o planeamento das refeições facilita a gestão alimentar e tranquiliza a nossa mente em momentos de maior stress e possíveis contratempos.

Podes saber mais sobre o primeiro princípio da alimentação intuitiva aqui.

Não há viagem mais fascinante do que a descoberta interna.

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