ALIMENTAÇÃO BIOLÓGICA

Com o começo de um novo ano nasce a vontade da mudança. Neste caso, refiro-me à alimentação. Ter um estilo de vida mais biológica, saudável, sustentável e natural é um desejo de muitos. 

Numa época em que a maioria da população se encontra desconectada da terra, em que os alimentos nos chegam às mãos de uma forma tão simples e prática é fácil esquecermo-nos do quão importante é a agricultura para a nossa sobrevivência.

Na realidade, dependemos totalmente da agricultura para a nossa subsistência. A industrialização do Século XX tornou este processo muito mais rápido e eficiente, mas trouxe também uma grande declínio na qualidade dos alimentos. A agricultura biológica nasceu nos anos 40, como resposta a esta tendência. Não se tratando de uma moda, como muitos a definem. A sua finalidade passa por promover técnicas de produção mais ecológicas e assim, criar alimentos mais saudáveis para a população.

Em Portugal, existem cada vez mais produtos biológicos e de venda a granel.

Para muitos, os alimentos de agricultura biológica têm um custo mais elevado do que os que são produzidos de uma forma industrial. No entanto, penso que será pertinente questionarmo-nos em relação ao verdadeiro custo dos mesmos e sobre as razoes que levam estes a conseguem preços mais reduzidos… No entanto, é uma opção que teremos de fazer, quer em termos de saúde pessoal, quer em termos de saúde ambiental.

A agricultura biológica é conhecida pelo cultivo sem adubos ou pesticidas. Neste sentido, há vantagens notórias, nomeadamente:

  • Os alimentos têm um valor nutricional superior: minerais, vitaminas e antioxidantes;
  • Têm um sabor e cheiro mais rico, devido ao menor teor de água;
  • São isentos de herbicidas, fungicidas ou insecticidas, que podem estar ligados a muitas das doenças atuais, tal como o cancro, alergias ou infertilidade.
  • Não contribuem para a contaminação dos solos, águas ou atmosfera.

ATIVISMO CONSCIENTE ATRAVÉS DA ALIMENTAÇÃO

Eu pessoalmente sinto bastante diferença no consumo dos produtos de origem biológica,  especialmente em certos alimentos, tais como: cenouras, morangos, beterrabas, maçãs, etc.
Tenho por hábito cheirar os alimentos, sentir o seu aroma natural e este pode ser um aspeto importante para diferenciar um produto “puro e fresco”, de um embalado e industrial. 

Com o aumento da procura por estes alimentos, também vemos um crescimento acentuado de entidades a intitularem os seus produtos como “bio”, no entanto, há muitos aspetos a ter em consideração na escolha dos alimentos.
No que diz respeito às grandes superfícies é importante estarmos atentos à rotulagem, ao símbolo oficinal de produção biológica e ao local de produção. Ainda assim, é preferível, se possível, consumirmos produtos de produção local, onde conhecemos o produtores e os métodos que o mesmo utiliza. O preço será mais baixo e o alimento será da época. 

Em suma, a meu ver, a alimentação biológica é um passo benefico para a nossa saude. Da mesma forma que devemos evitar o consumo excessivo de produtos processados, devemos evitar ao máximo o consumo de alimentos “poluidos”, onde os principais sofredores destes comportamentos serão o nosso corpo e saúde. 

A consciência alimentar partirá sempre de ti. Experimenta e terás a tuas próprias conclusões.

Se a saúde for uma prioridade para ti, a alimentação terá, sem dúvida, um grande peso nas tua decisão.

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Alimenta a tua mente!

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